Como eu não poderia levar minha mãe de volta sem consulta e sem medicamentos, me dirigi a recepcionista do 2 andar do ambulatório e pedi se fosse possível que outro Médico revisasse minha mãe ou se ela pudesse ser atendida por algum Médico da emergência, para as duas opções obtive um não, e logo em seguida perguntei se haveria alguém responsável em que eu pudesse falar. Fui indicado por uma supervisora, muito gentil onde eu expliquei o motivo do atraso. Quando ela caminhou para a porta do consultório e eu logo atrás, paramos e acompanhei seu aviso ao Médico que fora assim: "Dr. a paciente Maria Célia chegou atrasada e não foi possível ser consultada..." eu bem atrás da eficiente supervisora, disse: "Chegou atrasada não porque quis, mas, porque a Av. Brasil estava totalmente congestionada". O Médico começou a gritar desse jeito: "Saia daqui!, Vou chamar a segurança!, "Eu não vou atender a paciente!". Em menos de um minuto, esse tal Médico fui de uma grosseria, de uma frieza, pois em meu estado não me importava com o tom de voz em se dirigia a mim, mas, sim em minha mãe poder ser atendida, pois estava com muita dor e precisava do atendimento.
Olhei para a supervisora que estava visivelmente nervosa e abalada com tal grosseria, e perguntei a ela se minha mãe seria atendida?E enquanto eu perguntava a supervisora sobre como ficaria o atendimento de minha mãe ouvia-se o Médico de dentro do consultório, pois a porta estava aberta, que não atenderia minha mãe.
Sai e fui ver como estava minha mãe, e resolvi caminhar um pouco pelos corredores do INCA, e assim que comecei a caminhar, encontrei um educado voluntário do INCA, já um senhor idoso, mas, viasse em seus olhos o querer cuidar e ajudar a quem precisa, contei para ele o ocorrido e ele disse que havia uma Ouvidora no quarto andar. Fui até a Ouvidora e registrei o ocorrido e questionei, como pode um local onde pessoas necessitam de atendimento e cuidados e emergências, existir um profissional que fez juramento em salvar vidas, agir dessa forma. Espero que pelo menos alguém tenha notificado a ele sobre a ocorrência, pois não só minha mãe, mas, os pacientes do INCA precisam ser respeitado pois já sofrem o suficiente para serem maltratados. Ao chegar no andar, esperei por mais trinta minutos e minha mãe foi chamada.
Quando entramos no consultório, percebi que o tal Médico grosso e mal educado fez jus a sua vontade não atendeu minha mãe.
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